O Brasil usará a partir de 2020 mosquitos estéreis da espécie Aedes aegypt para controlar a reprodução deste agente que transmite doenças como chikungunya, dengue e zika. O método é usado pela Agência Internacional de Energia Atômica, Aiea, em parceria com o Programa Especial de Pesquisa e Treinamento em Doenças Tropicais e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO. Leia mais em https://bit.ly/2pCDww0

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