“Há um lugar especial no inferno para mulheres que não ajudam outras mulheres.” Essa é uma citação da ex-secretária de Estado Madeline Albright, famosamente citada por Taylor Swift por meio de Katie Couric (e/ou xícaras Starbucks onde apareceu). Mas o uso que Swift faz disso – em resposta a algumas piadas leves de Tina Fey e Amy Poehler em premiações – é aquele que ecoa em toda a nova comédia de terror extremamente codificada pelos millennials. Frutas Proibidas. Swift só aparece diretamente uma vez durante o filme, quando Cherry (Victoria Pedretti), uma das três mulheres com nomes de frutas em um grupo de bruxas no local de trabalho, observa que ela tem um gato Scottish Fold, assim como a cantora pop. Mas em um filme que é em grande parte sobre a posição precária dos jovens millennials no mundo, o prestígio cultural de Swift como o membro proeminente dessa geração vai muito além de sua influência sobre o animal de estimação de Cherry.


