Segundo o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, à medida que primeiras vacinas começam a ser introduzidas, a promessa de um acesso universal está sob sério risco.

“É certo que todos os governos desejam priorizar a vacinação de seus profissionais de saúde e idosos, mas não é certo que adultos jovens e saudáveis em países ricos sejam vacinados antes de profissionais de saúde e idosos em países mais pobres”, apontou a liderança.

Segundo ele, “haverá vacina suficiente para todos”, mas agora é o momento de “trabalhar como uma família global para priorizar os que correm maior risco de doenças graves e morte, em todos os países”.

Iniciativas da OMS, como o Acelerador de Acesso às Ferramentas COVID-19 (ACT) e o COVAX, apoiam a distribuição da vacina como um bem público global.

Juntas, iniciativas compraram 2 bilhões de doses de vacinas de cinco produtores, e têm opções para adquirir mais 1 bilhão de doses. A OMS pretende iniciar as entregas em fevereiro.

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