Foi publicada nesta quinta-feira (11) a pesquisa “Oportunidades e desafios à integração local de pessoas de origem venezuelana interiorizadas no Brasil durante a pandemia de COVID-19”. O documento é resultado de uma parceria entre a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), a ONU Mulheres e o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), com apoio do Governo de Luxemburgo.

O objetivo geral da parceria é garantir que políticas e estratégias de governos, empresas e instituições públicas e privadas fortaleçam os direitos econômicos e as oportunidades de desenvolvimento entre venezuelanas refugiadas e migrantes

Estudo feito por agências da ONU indica que, em todas as modalidades de interiorização, há aumento no acesso a emprego e renda. As mulheres, entretanto, ainda enfrentam mais dificuldades. De cada 10 pessoas interiorizadas, 8 estão dentro da força de trabalho, porém, quando é feito o recorte de gênero, percebe-se que a participação feminina no mercado de trabalho é consideravelmente mais baixa – 72,2% contra 96,1% entre os homens.

Conheça a história da Rosa, que está no Brasil há quatro anos e meio. Viúva e com um filho de sete anos, ela deixou a Venezuela quando não tinha mais recursos e começou a faltar comida na mesa.

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