Em continuidade aos vídeos da série “Se liga, consumidor!”, a coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, Patrícia Cardoso, fala sobre o superendividamento. De acordo com especialistas, o problema se agravou com a redução de renda desde o começo da crise sanitária.

Existem hoje, no Brasil, quase 11 milhões de famílias que possuem algum tipo de dívida. Há um ano, esse número era 5,8% menor. O percentual de endividamento dos brasileiros cresceu durante a pandemia: saiu de 66,2% em março para 67,4% em julho, alcançando o maior nível desde o início da realização da Peic, em janeiro de 2010.

Os dados foram levantados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que realizou um estudo sobre o comportamento do endividamento dos brasileiros durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. Com os resultados mensais da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), a CNC analisou informações sobre o nível de comprometimento da renda do consumidor com dívidas e contas em atraso, além da sua percepção em relação à capacidade de pagamento.

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