A denúncia fica mais difícil ainda no isolamento social. Crianças, mulheres, idosos e pessoas com deficiência têm convivido 24 horas com seus agressores. Denuncie anonimamente pelo Disque 100 ou 180 ou em ouvidoria.mdh.gov.br

#PraCegoVer

O vídeo começa com um som crescente de tensão. Um jovem branco de cabelos cacheados está em um quarto, onde vê-se uma cama, uma escrivaninha com alguns objetos e uma porta aberta ao fundo. O jovem exibe uma expressão angustiada. Enquanto fala, ele mostra, disfarçadamente, uma sequência de cartolinas para a câmera. Em todas há textos escritos com hidrocor. Na primeira, podemos ler a seguinte mensagem: “Estamos em casa o tempo todo.” O jovem continua sua fala e troca de cartolina, onde vemos escrito: “Não posso falar alto.” Ele continua a falar para a câmera. O jovem mostra outra cartolina com a frase: “Estamos sendo machucados.”. Ele continua sua fala e, mais uma vez, troca a cartolina para uma em que está escrito: “E não podemos sair daqui.”. Na segunda cena, ouvimos passos e vemos a sombra do agressor chegando ao fundo na porta do quarto do jovem. O jovem então olha para trás com medo e, em seguida, olha para a câmera novamente e mostra a última cartolina. “Ajudem a gente, vizinhos!”. Entra tela preta antes do agressor chegar ao quarto. A trilha de tensão cresce. Na tela, está escrito: “Para algumas famílias, o isolamento está sendo ainda mais difícil. Denuncie anonimamente a violência doméstica em: Disque 100, Ligue 180, app Direitos Humanos Brasil e pelo site ouvidoria.mdh.gov.br. Os serviços de proteção seguem funcionando normalmente.”. A última tela encerra o vídeo mostrando as marcas do Ministério da Cidadania, Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e Governo Federal e Pátria Amada Brasil.

#Denuncieaviolênciadoméstica #GovernoFederal #MMFDH

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